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ago 9 2010

Novo Recurso: Lojas com largura de 100% da tela

Novo Recurso: Lojas com largura de 100% da tela

Informamos que a partir de 09/08/2010 o sistema da Loja Mestre, passa a suportar lojas com 100% de tela. Mas pedimos muita atenção na leitura deste texto para compreensão de como irá funcionar para você que já tem a loja.

Existem várias situações:

1 – Se sua loja é customizada, para mudar a loja para 100% de largura, será necessário entrar em contato com a LOJA MESTRE e realizar um orçamento para mudança. Basicamente topo e rodapé necessitaram de reprogramação e ajuste nas imagens. Devido ao interesse dos lojistas em 100% poderá haver necessidade de espera para mudança para 100%.

2 – Se você tem um dos modelos gratuitos sem nenhuma alteração contratada., acesse o site: http://www.lojamestre.com.br/site/modelos-de-loja-virtual.asp e veja no final da página nos modelos 100% se o modelo de sua loja está ali. Se estiver listado nestes modelos, basta solicitar ao suporte a alteração para 100%. Não havendo custos. Lembramos que qualquer alteração a parte feita na loja em relação a customização de visual será perdida. Se sua loja sofreu alguma customização no modelo gratuito o seu procedimento se enquadraria no item 1.

3 – Se você possuí uma loja antiga, recomendamos a escolha de um dos modelos gratuitos http://www.lojamestre.com.br/site/modelos-de-loja-virtual.asp ou contratação de customização de loja virtual.

Por fim para realizar a alteração da largura da loja: Menu administração >> Largura da loja: 970 ou 100%.


ago 6 2010

Boletim Informativo 06/08/2010




xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">Boletim Informativo Loja Mestre




Curitiba, 6 de agosto de 2010.


Novo Recurso: Cartões Visa através da RedeCard

Já está disponível no sistema da Loja Mestre a aceitação de cartões bandeira VISA pela REDECARD.
Não é necessário solicitar homologação, se o lojista já possuí afiliação junto a Redecard – Kommercy em sua loja, basta ele ativar a forma de pagamento em:
Menu Formas de Pagamento >> Formas aceitas e textos explicativos >> Visa (Redecard) marcar como SIM.


Novo Recurso: Colocar produto na vitrine sem ser como Promoção ou Lançamento.

Devido a solicitação de vários lojistas, disponibilizamos que seja inserido produto na vitrine sem que ele esteja marcado como promoção ou lançamento.
Ao editar ou cadastrar o produto marque SIM em Mostra na frente da loja sem selo?


DICA: Vídeo de como comprar na loja

Disponibilizamos a todos os lojistas um vídeo que pode ser inserido na página de Ajuda: Como comprar na loja.

Para instalar o vídeo em sua loja basta copiar o código html abaixo na página de ajuda como comprar. Atenção para clicar no botão de edição em modo html.

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Atenciosamente,
Loja Mestre Lojas Virtuais

Horário de Atendimento Suporte e Comercial:
Segunda á Sexta: 9h ás 12h e 13h ás 18h
Para suporte utilize SOMENTE o e-mail: suporte@lojamestre.com.br
Telefone: (41) 3016-7251 / (41) 3012-0570 / (11) 3014-5370


jul 27 2010

MasterCard via CIELO

O sistema da Loja Mestre, suporta bandeira MASTERCARD, através da administradora CIELO.


jun 24 2010

Confiança do consumidor de e-commerce no Brasil em maio supera 86%

O índice de confiança do consumidor de comércio eletrônico chegou a 86,03% em maio, de acordo com a empresa de serviços de e-commerce e-bit. O índice é o mesmo que foi registrado em abril.

No entanto, o resultado é ligeiramente inferior à média do índice em 2009, que foi de 86,3%. O índice mais baixo no ano passado foi o de fevereiro: 85,98%. O mais alto ocorreu em agosto (87,29%).

Para a e-bit, o patamar é positivo, pois indica que as lojas conseguiram manter seu nível de qualidade no atendimento. De acordo com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), O ponto de excelência é atingido quando o indice chega a 85%.

O Índice de Confiança do e-consumidor foi criado pela e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura, um comitê da  camara-e.net voltado à educação do usuário final nas melhores práticas da web. O nível de satisfação é medido por meio de dez quesitos, como facilidade de compra, seleção de produtos, preços, navegação e entrega no prazo, entre outros.

O indice de maio baseou-se nas respostas de 113.948 pessoas que fizeram compras em sites de e-commerce entre os dias 1.º e 31 daquele mês.


mai 19 2010

Câmara debaterá medidas para aumentar a segurança no comércio eletrônico

O Fórum do Comércio Eletrônico será discutido em audiência pública marcada para a quarta-feira (19/5), às 14h30, na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados.  Composto por representantes de entidades de defesa do consumidor, de empresas, da sociedade civil, da comunidade internacional e do poder público, o fórum tem por objetivo uma proposta de regulação do comércio eletrônico no Brasil.

O debate foi proposto pelo deputado Claudio Cajado (DEM-BA). Segundo ele, é preciso debater medidas que aumentem a segurança nas transações pela internet.

Participarão da audiência o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC/MJ), Ricardo Morishita Wada; a coordenadora-executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Lisa Gunn; o procurador-geral do Ministério Público Federal (MPF) Roberto Monteiro Gurgel Santos; o presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, Manuel Dantas Matos; o coordenador do Comitê de Produtos e Processos da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), Raul Francisco Moreira.

Com informações da Agência Câmara

mai 18 2010

Comércio eletrônico: prejuízos com fraudes superam US$ 10 bilhões ao ano

Um levantamento produzido pela CyberSource, empresa americana especializada em soluções de segurança, afirma que, só na América do Norte, em 2009, o comércio perdeu pouco mais de três bilhões de dólares devido a trapaças cometidas em pagamentos online, ou seja, 1,2% da receita total do setor. Globalmente, a perda é de mais 10 bilhões de dólares ao ano, de acordo com uma projeção feita a partir dos dados obtidos no continente norte-americano.

Apesar dos valores exorbitantes, nem tudo está perdido. É a primeira vez, desde 2003, que o índice sofre queda em relação ao ano anterior – em 2008, o saldo foi de 1,4%. Outro dado interessante é que o percentual de transações autorizadas que, mais tarde, se mostraram fraudulentas, foi de 0,9%, dois décimos a menos se comparado ao ano anterior. Nunca antes o índice havia ficado abaixo do 1%.

Curiosa é a diferença existente entre o valor das transações legais e as fraudes. Enquanto os pagamentos que se concretizam têm um gasto médio de 115 dólares por compra, os criminosos tentam extrair em média 200 dólares.

Vetados
Devido aos problemas com fraudes no comércio eletrônico, muitas companhias se recusam a vender para países específicos (20%), ou para qualquer nação no exterior (5%). Mesmo as empresas que oferecem tal facilidade afirmam que, em média, o número de transações rejeitadas devido a suspeitas de irregularidade é três vezes maior em relação às vendas no mercado doméstico. A proporção significa que, em cada 13 encomendas internacionais, uma é bloqueada.

Ainda assim, a situação tem se equilibrado. Se em 2008 4% das transações internacionais foram identificadas como fraudulentas, em 2009 esse número caiu dois pontos percentuais. Nacionalmente a diferença foi bem menor, de 1,1% para 0,9%. Se a tendência se mantiver, é bem capaz que nos próximos anos o número de lojas que recebem encomendas do exterior aumente – atualmente, só 54% delas aceitam requerimentos de outros países que não o próprio.

Na lista das nações com maior índice de rejeição, a Nigéria lidera; 50% das lojas pesquisadas não vendem para o país. Em segundo lugar vem Gana, 45%, com a Indonésia e a Malásia atrás, 30%. O Brasil está em sétimo lugar, sendo preterido por 15% das empresas de comércio eletrônico.

Brasil
No País, as perdas com fraude no comércio eletrônico giram em torno de 500 milhões de dólares ao ano, ou 1,2% de todos os pagamentos – similar ao índice global.

Para Doug Schwegman, diretor da CyberSource Corporation, que deu palestra durante o E-Commerce Summit, realizado nesta quinta-feira (6/05), em São Paulo, o Brasil deve compartilhar o conhecimento que tem sobre fraudes nos pagamentos online, para que, a partir de parcerias globais, possa aprimorar as práticas a fim de solucionar problemas com as vendas pela internet.


mai 16 2010

E-commerce: Um negócio democrático

om o mercado em ascensão, o e-commerce no Brasil faz muito sucesso entre os micro- empresários, pois possibilita que estes aumentem suas vendas alcançando consumidores de qualquer lugar do país.
Os pequenos empreendedores estão ganhando a confiança dos internautas e segundo o site e-bit mais de 86% dos consumidores online aprova o comércio eletrônico brasileiro, um nível de aprovação bem próximo de países como os EUA. Esse dado mostra que o setor de comércio eletrônico supera as expectativas da maioria dos e-consumidores.
Como qualquer negócio, é necessário planejar. Realizar pesquisa de mercado, analisar os possíveis concorrentes e definir metas, além de trabalho e dedicação.
Porém, nos dias atuais, é cada vez mais fácil e rápido para as pequenas empresas ingressarem no comércio eletrônico, isso porque as boas soluções em e-commerce estão bem mais acessíveis e além de montar a sua loja virtual com layout personalizado, há soluções de programas para todos os negócios, independente da empresa ser grande ou pequena.
O e-commerce exige tecnologia, agilidade, inovação, parcerias diferenciadas e para que todas as metas sejam atingidas o empreendedor precisa de ajuda profissional para não errar no começo.


mai 15 2010

Novas alternativas para o e-commerce

O e-commerce brasileiro, como uma ferramenta de negócios via internet, possui muito progressos a serem alcançados. Com base nisso, há várias tendências e alternativas surgindo com o objetivo de expandir o mercado virtual.
Uma dessas tendências está voltada para o uso de redes sociais com geração de conteúdos, trazendo uma grande oportunidade para a ampliação do relacionamento entre corporação e seu público-alvo. Como por exemplo, criar um perfil no Twitter, no Facebook, ou uma comunidade no Orkut, disponibilizando aos seguidores informações úteis, que sejam tanto do interesse do cliente, quanto da empresa.
Outra alternativa, é a expansão das redes segmentadas e seu uso comercial, que pode gerar uma divulgação com resultados mais efetivos por causa da segmentação; por exemplo, uma rede só para o público feminino da empresa. Com isso, adere-se ao marketing one-to-one.
Uma nova tendência que vem crescendo, revolucionando as estratégias das empresas é a ampliação da classe C na usabilidade da internet; esse cenário aumenta as opções para empresas que possuem a classe como público principal, a partir daí busca-se adequar a linguagem, as promoções e até o processo de pagamento, tudo para não se perder o cliente.
Por fim, há a tendência de conversão de meios para os celulares, que geram maior contato, visto que acompanham o internauta a todos os lugares. É uma opção que ainda está crescendo, contudo, já há mais de 1,4 bilhões de pessoas no mundo acessando a rede de seus aparelhos eletrônicos.
Essas novas tendências melhoram o cenário do comércio eletrônico, principalmente, para as Pequenas e Médias empresas, com novos clientes chegando, independente do seu alcance geográfico. Portanto, com tais opções de estratégias de marketing digital, o e-commerce se mostra mais uma vez, a melhor alternativa de vendas, nessa era digital.