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| A Loja Mestre, é uma empresa que se preocupa muito com o sucesso de seus clientes. Além de prestar um serviço de qualidade, objetivamos que nosso cliente possa com a nossa ferramente obter os resultados que ele espera. Que ele tenha sucesso e lucros com sua loja virtual.
Muitas pessoas entram em contato conosco com dúvidas básicas sobre o que exatamente é uma loja virtual e principalmente como começar uma loja virtual. Para facilitar o entendimento de muitos aspectos, preparamos um guia rápido que deve auxiliar em muito, os novos empreendedores e até mesmo orientar com novas dicas quem já possuí algum conhecimento sobre o assunto. Primeiramente iremos responder algumas perguntas básicas e muito comuns: |
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O que é uma loja virtual e para que serve? Uma loja virtual é um site que permite a venda através da internet. Também é conhecido como e-commerce ou comércio eletrônico. O site deve permitir o cadastro de produtos e preços pelo administrador da loja, fazer o cálculo automático de fretes e possibilitar o pagamento da compra pelo cliente. Não confundir loja virtual com sites institucionais que apenas descrevem a empresa. Uma loja virtual, essencialmente permite a venda completa de produtos através dela. O que é necessário para montar uma loja virtual? 1 – Ter domínio sobre uso de internet e e-mails, saber criar e editar imagens de forma básica. Atendendo a estes requisitos você já pode começar a montar a sua loja virtual: Informações importantes: |
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Edição dos Textos das Formas de Pagamento
O lojista poderá alterar a sua vontade os textos que serão exibidos ao lado das formas de pagamento, ná página de escolher formas de pagamento (para o cliente) durante a compra.
Para editar os textos, na administração da loja: Menu formas de pagamento > Pagamentos aceitos e textos explicativos.
Ao lado de cada forma de pagamento, haverá um link “Editar aceite e texto explicativo para o cliente”. Por padrão já deixamos um texto básico, que poderá ser modificado pelos lojistas.
O comércio eletrônico brasileiro apresentou um crescimento de 25% no primeiro trimestre de 2009 e gerou um faturamento total de R$ 2,3 bilhões. Porém, de acordo com estudo divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (26), as empresas ainda não têm realizado gastos expressivos para expadir o comércio eletrônico. Ao todo, os investimentos feitos em 2008 nessa área atingiram a média de 1,34% da receita líquida das empresas.
O setor de serviços é o que mais destina verbas para o desenvolvimento do e-commerce (1,98% da receita), seguido por comércio (1,29%) e indústira (0,41%).
Segundo a FGV, houve um crescimento significativo nas transações feitas virtualmente entre as empresas e seus fornecedores. Em comparação a 2007, esse tipo de transação cresceu 59,17% no setor industrial. No comércio a alta foi de 57,89% e em serviços, de 56,01%.
Nas transações feitas com consumidores, o setor de comércio teve o maior destaque e o crescimento foi de 25,55%. Indústria e serviços seguem com uma diferença pequena, com alta de 24,89% e 24,71%, respectivamente.
No mesmo mês em que o domínio ‘.br’ faz aniversário de 20 anos, bem comemorados com mais de 1,6 milhão de registros na internet, uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) mostrou que as empresas nacionais têm colaborado em muito com o crescimento no número de websites brasileiros.
O levantamento, realizado entre outubro e novembro do ano passado, mostrou que já chega a 53% a parcela de companhias que possuem página na internet. Isso representa um crescimento de 7 pontos percentuais frente ao observado em 2007, quando 46% das empresas brasileiras tinham website. Pelo estudo mais recente, dentre as empresas consideradas grandes, a porcentagem sobre para 88% e, nas de médio porte, fica em 76%.
A utilização da internet como ferramenta de marketing e de prospecção de novos clientes também mostrou avanço dentre as companhias “online”. Do grupo que tem site na rede mundial, subiu de 48% para 52% a parcela das que colocam os catálogos de seus produtos e preços às vistas do consumidor que compra ou pesquisa pela rede.
No entanto, as empresas brasileiras ainda não investem muito nos recursos de negócios via web que exigem tecnologias mais complexas. Uma amostra disso revelada pela pesquisa é que apenas 13% das que possuem site oferecem instrumentos para a compra de seus produtos pela internet. Ou por despreparo, ou por falta de recursos, segundo Augusto Cesar Gadelha Vieira, coordenador do CGI.br e secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
Para ele, os dados mostram que as companhias nacionais ainda utilizam pouco a rede para realizar negócios efetivamente.Esta avaliação é reforçada quando se analisa a parcela das empresas que utilizam provedores de velocidade alta (acima de 2 Mbps) para download, essenciais para a disponibilidade dos recursos de comércio eletrônico, por exemplo. Apesar de ter subido de 4% para 10%, esse percentual ainda está muito abaixo da parcela das companhias que utilizam banda de velocidade média (de 256/300 até 2 Mpbs), que passaram de 44% para 60% entre 2007 e 2008.
Gadelha lembra que o baixo acesso à banda larga é um limitador para as empresas expandirem seus negócios via internet. “A velocidade que as empresas mais utilizam ainda é baixa (para o comércio online). A banda larga tem que se estruturar melhor no Brasil e, quando ela baratear, essa situação vai mudar”, preconiza o secretário.
Uma das primeiras coisas que o empresário a elaborar um plano de negócios de vendas pela internet se pergunta é: Quanto vou gastar com isso?
O que se entende por sistema “Locado”?
R: Sistema “Locado” é quando o uma empresa como Dotstore, Fastcommerce, entre outras, criam uma ferramenta de loja virtual, com todos os atributos e ferramentas que uma grande loja como Submarino ou Americanas.com utilizam, e disponibilizam isso para os seus clientes mediante ao pagamento de uma mensalidade e em alguns casos uma pequena taxa de “SETUP”.
Prós: Esse tipo de ferramenta Locada é realmente o melhor negócio para o pequeno e médio empresário, pois possui tudo o que uma loja virtual precisa e também ajuda muito com o mundo físico oferecendo diversos tipos de relatórios e até controle de estoque, e em alguns casos até um CRM completo.
Baixo custo de implementação e mensalidade. Para se usar um sistema como esse, o lojista vai pagar uma mensalidade a partir de R$ 55,00. Em alguns casos se paga a taxa única de adesão que fica a partir de R$ 200,00.
Contras: No caso de se precisar de algum tipo de ferramenta específica para o seu tipo de negócio, é necessário sugerir uma atualização que nem sempre pode ser atendida, ou em algumas empresas pagar por essa atualização, com isso o sistema acaba ficando meio engessado em alguns casos.
Para se ter um “layout” de acordo com a marca de sua empresa, é necessário a contratação de profissionais especializados e homologados por esses sistemas, para que assim sua empresa possa ficar com a mesma aparência da Física dentro da Internet. Nesse caso gera-se um custo operacional maior que deve ser muito bem estudado, pois nada adianta ter um site na Internet sem que o mesmo seja atraente, com uma navegação amigável e que gere “Credibilidade” aos internautas. E para isso somente fazendo esse tipo de contratação. Pois os sistema Locados, somente oferecem Templates prontos e fixos.
O Que se entende por sistema “Elaborado”
R: Sistema Elaborado é aquele que sua empresa, cria literalmente métricas de como deseja que ele funcione.
E para isso é necessário algumas informações importantes para que o custo não fique cada vez mais oneroso.
- Existirá um sistema de CRM?
- A Loja Virtual será integrada, com algum ERP?
- Qual p tráfego esperado para essa loja?
- Qual tipo de público irá atender?
- Existirá uma Ferramenta de fácil atualização e cadastramento no sistema?
Além dessas, há outras tantas perguntas a se fazer.
Nesse caso é realmente idêntico a criação de uma empresa física, aonde para o bom desenvolver do projeto será necessário contar com todas as áreas da empresa (Comercial, Financeiro, Logística, etc…).Esse contato será muito importante quando for contratar uma empresa ou profissionais especializados na criação dessa Ferramenta. Cada departamento de sua empresa terá que explanar o que seria o mais interessante para poder vender pela internet. Mas nunca deixando de pensar, se, o que será bom para ele, será funcional para o outro departamento que seguirá no fluxograma dos pedidos da loja.
Como exemplo muito claro que nesse caso de um sistema “Elaborado” é necessário muito planejamento, temos a loja virtual das Casas Bahia, aonde aguardaram por longos 03 anos maturando o processo e criando métricas para se atender a todos os seus clientes de uma forma que fosse praticamente a mesma que em suas lojas físicas.
Prós:
Você tem em mãos uma ferramenta própria, aonde você é o dono do código fonte e pode vendê-la a qualquer momento.Podem-se fazer alterações na ferramenta a hora que bem precisar. Claro contratando profissionais especializados no segmento.
Contras:
Alto custo de Desenvolvimento, projetos como esse normalmente não saem por menos de R$ 40.000,00, isso sem contar, provedores de hospedagem.
Resumo:
Para saber se você irá precisar de um sistema “Locado”, ou “Elaborado”, somente através de um plano de negócios, e também muito estudo do seu perfil de vendas. É muito importante que converse com consultores do segmento, para que dessa forma esses lhe apresentem a melhor forma a trilhar, sem que tenham que por muitas vezes gastar um valor que não seria necessário.
Com certeza, por muitas vezes o sistema Locado, será o mais interessante, pois além de se ter um custo baixíssimo em comparação a um sistema Elaborado, é também principalmente a melhor forma de se aprender o verdadeiro mundo do E-commerce, já que a ferramenta já está pronta e é totalmente interativa, aonde até mesmos pessoas mais leigas sem muito conhecimento de internet e e-commerce, poderão começar suas atividades dentro dessa modalidade.
Autor: Robson Tavarone
fonte> http://www.ecommerce.tv.br/e-commerce-sistema-locado-ou-elaborado/
Nos últimos anos, na Europa e nos Estados Unidos, a internet tem vivido uma revolução feminina e hoje as internautas repondem por mais da metade dos usuários da web. Em julho de 2008, sites focados nas mulheres contabilizaram 84 milhões de visitas, total 27% superior ao verificado no mesmo mês de 2007. Além disso, o número de portais com temática feminina cresceu 35% em 2007, segudo resultados da pesquisa The Female Web, divulgada pelo portal internacional de tendências de consumo LS:N Global.
Compras online
O estudo mostra que a tendência de mulheres dominarem a web não altera apenas o cenário online, mas a forma de comercializar produtos e serviços na internet. Atualmente, elas são responsáveis por 63% das compras online nos Estados Unidos – são consumidoras que fazem compras por meio de sites de relacionamento como OSOYOU, MyStyle e MyFaveShop. Na prática, percebe-se que mulheres gostam de comprar e de socializar, atributos que se encontram e se complementam no universo da web.
A pesquisa também constatou que portais femininos têm atraído mais atenção e investimentos do que os destinados ao público masculino. A AOL, por exemplo, recebeu 16,1 milhões de visitas de mulheres (junho/2008) no AOL Living, site dedicado a mulheres, contra 3,3 milhões de visitas no AOL Asylum, dedicado aos homens.
Na Inglaterra, a audiência dos blogs que destacam o estilo de vida feminino cresceu 52,5% no ano passado, contra 16,9% dos blogs similares, mas com temática masculina. Pesquisas mostram que 25% das mulheres entre 18 e 75 anos reduziram o tempo de leitura de revistas femininas e aumentaram o tempo gasto na blogosfera. Um dado interessante é que as blogueiras já superam os homens em países como França, Estados Unidos e Inglaterra. Nos Estados Unidos, existem 36,2 milhões de mulheres que assinam blogs.


